Boa noite passarinhos.
Hoje, domingo, dia de curtir a família. Lembrei-me de muitas coisas que vivi em minha infância, das brincadeiras de rua com os primos e coleguinhas. Dos almoços gostosos de mãe e tias.
Minha filha me perguntou certa vez: mamãe vamos para a casa da vovó, hoje é o aniversário do vovô, mamãe a festinha dele é do homem aranha?
Vendo a inoscência da minha filha sorri com delicadeza para não magoá-la. E respondi:
Minha flor, as pessoas quando crescem não tem festinha de aniversário como as crianças... com doces, balas e bolos, músicas ou brincadeiras. Dai a outra ouvindo a conversa assim falou: mamãe eu não quero crescer não.
É quando a gente cresce toda magia de ser feliz acaba. E pensar que para fazer uma criança feliz precisa de tão pouco. Porque então queremos sempre mais? Porque será que a nossa caminhada é uma inconstante busca pelo consumismo. Quanto mais temos, mais somos, mais valemos.
Então porque não começamos a reformar nossos sonhos.... não é uma casa que queremos e sim a felicidade que será construida dentro dela, então pra quê uma casa grande se a felicidade se constrói a partir de coisas pequenas. E muitas vezes quem tem uma casa bem pequena é mais feliz do que quem vive em um palácio......
Vamos refletir então?
O desafio constante de nos reinventar, nos aceitar e nos corrigir... chorar, sorrir e lutar... escolher e decidir!
domingo, 5 de setembro de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Fantasia de Criança
Boa Noite passarinhos.
Como naqueles filmes de terror em que faz bastante frio e a gente consegue ver e sentir uma fumacinha branca sair da boca dos personagens, hoje a noite está assim, já tomei aquele chazinho de erva cidreira para esquentar o corpo e a alma e assim estar fora da cama e conseguir escrever. O inverno começa amanhã mas faz alguns meses que o tempo esfriou.
Bom mas vou deixar o frio pra uma outra hora e escrever o que realmente me inspirou. Hoje me recordei de alguns momentos vividos em minha infância. Olhei para uma árvore e observei como ela balançava com o vento, suas folhas pareciam dançar embaladas pela melodia que o vento fazia passando pelos galhos e assoviando a cada rajada de vento lançado no ar. Minha imaginação aflorava e imaginava que era uma camponesa que brincava nos bosques encantados da bela Inglaterra ( li alguma coisa sobre os bosques em revista estrangeira que ganhei de amigos). Deixava o cabelo solto e dançava ao som do vento, sozinha e feliz subia nos galhos das belas amoreiras que plantadas no quintal da minha vovó mais parecia um imenso castelo encantado.
Ali me fazia de uma princesa presa na torre mais alta do castelo; o bom disso é que eu não sentia medo da altura que estava. E quanto mais alto melhor, além do mais as amoras mais gostosas se encontravam no topo, nos galhos novos das amoreiras.
Adorava os dias de outono e as noites de inverno, me reunia com os amigos da rua dentro de casa, ou a beira de uma fogueira pra contar histórias de arrepiar, o frio era tanto que a gente tremia mas de frio do que de medo, mas era divertido.
Hoje a infância foi roubada pela tecnologia e pela insegurança que as pessoas tem de andar na rua. Algumas pessoas dizem que eu estou nova que tenho 31 anos e que ainda tenho muito o que viver, mas gostaria muito que minhas filhas tivessem a infância feliz que tive, aquela em que podíamos brincar de pique pega, pique esconde, mamãe da rua, queimada , bete bolinha, brincadeiras colectivas como desenhar uns quadrados no chão e simplesmente pular de um lado para o outro ( garrafão ou maré/ amarelinha). Nossa! Passa até um filme na minha cabeça quando me lembro o tanto que as crianças se divertiam. Mas e hoje? Minhas filhas tem apenas 4 anos e já não tenho liberdade de sair no portão sem me sentir insegura... temos medo da nossa própria revolução tecnológica, "eles" acham que bandidos também não se atualizam. O crime também evoluiu, hoje bandidos entram na nossa casa e levam nossas crianças de nós, não deixam elas usarem a imaginação e os levam a brincar de coisas que antes não se ouviam falar, hoje uma criança ou um jovem conhecem um novo significado para a palavra fantasia... a fantasia que as drogas lhes obriga a sonhar...
Quero muito ter tempo de mostrar para minhas meninas como fui feliz quando criança, poder ensinar a subir em árvores, por que ainda temos árvores... ensinar-lhes a cantar e inventar.
O passado ainda existe dentro do presente, basta a gente querer e fazer acontecer.
Boa noite.
Como naqueles filmes de terror em que faz bastante frio e a gente consegue ver e sentir uma fumacinha branca sair da boca dos personagens, hoje a noite está assim, já tomei aquele chazinho de erva cidreira para esquentar o corpo e a alma e assim estar fora da cama e conseguir escrever. O inverno começa amanhã mas faz alguns meses que o tempo esfriou.
Bom mas vou deixar o frio pra uma outra hora e escrever o que realmente me inspirou. Hoje me recordei de alguns momentos vividos em minha infância. Olhei para uma árvore e observei como ela balançava com o vento, suas folhas pareciam dançar embaladas pela melodia que o vento fazia passando pelos galhos e assoviando a cada rajada de vento lançado no ar. Minha imaginação aflorava e imaginava que era uma camponesa que brincava nos bosques encantados da bela Inglaterra ( li alguma coisa sobre os bosques em revista estrangeira que ganhei de amigos). Deixava o cabelo solto e dançava ao som do vento, sozinha e feliz subia nos galhos das belas amoreiras que plantadas no quintal da minha vovó mais parecia um imenso castelo encantado.
Ali me fazia de uma princesa presa na torre mais alta do castelo; o bom disso é que eu não sentia medo da altura que estava. E quanto mais alto melhor, além do mais as amoras mais gostosas se encontravam no topo, nos galhos novos das amoreiras.
Adorava os dias de outono e as noites de inverno, me reunia com os amigos da rua dentro de casa, ou a beira de uma fogueira pra contar histórias de arrepiar, o frio era tanto que a gente tremia mas de frio do que de medo, mas era divertido.
Hoje a infância foi roubada pela tecnologia e pela insegurança que as pessoas tem de andar na rua. Algumas pessoas dizem que eu estou nova que tenho 31 anos e que ainda tenho muito o que viver, mas gostaria muito que minhas filhas tivessem a infância feliz que tive, aquela em que podíamos brincar de pique pega, pique esconde, mamãe da rua, queimada , bete bolinha, brincadeiras colectivas como desenhar uns quadrados no chão e simplesmente pular de um lado para o outro ( garrafão ou maré/ amarelinha). Nossa! Passa até um filme na minha cabeça quando me lembro o tanto que as crianças se divertiam. Mas e hoje? Minhas filhas tem apenas 4 anos e já não tenho liberdade de sair no portão sem me sentir insegura... temos medo da nossa própria revolução tecnológica, "eles" acham que bandidos também não se atualizam. O crime também evoluiu, hoje bandidos entram na nossa casa e levam nossas crianças de nós, não deixam elas usarem a imaginação e os levam a brincar de coisas que antes não se ouviam falar, hoje uma criança ou um jovem conhecem um novo significado para a palavra fantasia... a fantasia que as drogas lhes obriga a sonhar...
Quero muito ter tempo de mostrar para minhas meninas como fui feliz quando criança, poder ensinar a subir em árvores, por que ainda temos árvores... ensinar-lhes a cantar e inventar.
O passado ainda existe dentro do presente, basta a gente querer e fazer acontecer.
Boa noite.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Fecundação
Passarinhos,
A vida é cheia de surpresas, as vezes trás pra dentro da gente um calor, uma euforia, no entanto, as vezes nos trás surpresas não muito agradáveis como um vento frio numa manhã em que tem que sair da cama para trabalhar. Na verdade era para o título ser do tipo reencontro com meu eu ou uma nova esperança coisa do gênero, mas acho que pra esse reencontro acontecer é preciso falar de coisas e experiências que a gente esconde por ter medo de que alguém saiba. Mas se eu criei este blog é porque estou perdendo o medo ... não de escrever, mas de viver.
As pessoas temem não serem bem vistas pela sociedade, temem a língua do ser humano e com isso esquecem que pra ser feliz basta estarem bem consigo mesmas. E por isso a felicidade depende única e exclusivamente de cada um de nós.
Hoje quero dizer que me sinto bem porque alguém foi responsável por meu estado de levesa espiritual, uma amiga me incentivou a escrever, não sei se escrevo bem, só sei que gosto. Mas ela acredita em mim e se preocupa comigo. E se você é do tipo egoísta que acha que está sozinho (a) no mundo, olhe para o lado... existe coisas e pessoas maravilhosas a sua volta, se não for pessoas olhe para a terra, exite vida nela, se ainda não se conformar olhe para o céu e nele verá o que tem de melhor pra aquecer seu coração, o sol, a luz, as estrelas e todo o infinito só pra você....
só pra nós seres humanos.
talvez tenha passado tanto tempo dentro de casa que esqueci como é bom sentir o sol no rosto da gente. Ou aquele ventinho frio nos braços. Lembra quando eu disse no começo que a vida nos trás surpresas pois é quem sabe este seja o começo que precisava pra resgatar o que estava preso, por isso escolhi este título: Fecundação... o começo da vida.
De cada palavra que escrevo parece que surgem outras cem... dai não vai dar pra dizer o que ou sobre o que serão as histórias, só posso dizer que serão assim como as suas... cheias de sonhos, vontades, alegrias, tristezas... sorrisos... lágrimas ( não é distúrbio bipolar).
Saibam que na vida, cada segundo que passa é um momento que não volta ... mas só a leitura tem o dom de fazer regressar o passado e fazer você vivê-lo tudo de novo, imensamente de novo.
Boa noite.
A vida é cheia de surpresas, as vezes trás pra dentro da gente um calor, uma euforia, no entanto, as vezes nos trás surpresas não muito agradáveis como um vento frio numa manhã em que tem que sair da cama para trabalhar. Na verdade era para o título ser do tipo reencontro com meu eu ou uma nova esperança coisa do gênero, mas acho que pra esse reencontro acontecer é preciso falar de coisas e experiências que a gente esconde por ter medo de que alguém saiba. Mas se eu criei este blog é porque estou perdendo o medo ... não de escrever, mas de viver.
As pessoas temem não serem bem vistas pela sociedade, temem a língua do ser humano e com isso esquecem que pra ser feliz basta estarem bem consigo mesmas. E por isso a felicidade depende única e exclusivamente de cada um de nós.
Hoje quero dizer que me sinto bem porque alguém foi responsável por meu estado de levesa espiritual, uma amiga me incentivou a escrever, não sei se escrevo bem, só sei que gosto. Mas ela acredita em mim e se preocupa comigo. E se você é do tipo egoísta que acha que está sozinho (a) no mundo, olhe para o lado... existe coisas e pessoas maravilhosas a sua volta, se não for pessoas olhe para a terra, exite vida nela, se ainda não se conformar olhe para o céu e nele verá o que tem de melhor pra aquecer seu coração, o sol, a luz, as estrelas e todo o infinito só pra você....
só pra nós seres humanos.
talvez tenha passado tanto tempo dentro de casa que esqueci como é bom sentir o sol no rosto da gente. Ou aquele ventinho frio nos braços. Lembra quando eu disse no começo que a vida nos trás surpresas pois é quem sabe este seja o começo que precisava pra resgatar o que estava preso, por isso escolhi este título: Fecundação... o começo da vida.
De cada palavra que escrevo parece que surgem outras cem... dai não vai dar pra dizer o que ou sobre o que serão as histórias, só posso dizer que serão assim como as suas... cheias de sonhos, vontades, alegrias, tristezas... sorrisos... lágrimas ( não é distúrbio bipolar).
Saibam que na vida, cada segundo que passa é um momento que não volta ... mas só a leitura tem o dom de fazer regressar o passado e fazer você vivê-lo tudo de novo, imensamente de novo.
Boa noite.
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